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A VERDADE SOBRE O IMPOSTO SINDICAL

 

O SINDSJUS e o SINDOJUS, pasmem, tomaram  conhecimento de que o traiçoeiro desconto, casuisticamente, previsto no art. 8º, IV da CF e artigos 578 e 579 da CLT, deu-se na folha deste mês, em virtude de êxito obtido pela obscura CONFEDERAÇÃO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO BRASIL – CSPB, no Mandado de Segurança nº 2009.0001.001377-0, impetrado em desfavor do Presidente do TJPI, que tem como Relator o Desembargador Fernando Carvalho Mendes.

       Urge ressaltar que o SINDSJUS e o SINDOJUS não são  partes integrantes da referida lide, posto serem  contrários a este imposto sindical empurrado de goela abaixo no trabalhador, e que, obviamente, os valores que foram descontados não serão repassados a estas entidades sindicais, mas, tão somente à corrupta, segunda a revista Veja, Confederação dos Servidores Públicos do Brasil.

     O SINDSJUS e o SINDOJUS repise-se, não receberão qualquer quantia oriunda do desconto determinado no bojo do MS nº 2009.0001.001377-0, haja vista que, como já dito, o SINDSJUS e o SINDOJUS não são  partes da referida lide e a decisão exarada refere-se somente ao percentual cabível à Confederação dos Servidores Públicos do Brasil.

        De efeito, o SINDSJUS e o SINDOJUS não possuem qualquer ligação com a supramencionada confederação, e nem poderia, uma vez que, de acordo com matéria publicada pela revista Veja, em 2012, edição 2257, o dirigente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil praticou inúmeras ilegalidades e enriqueceu ilicitamente, além de ter ganhado do então Ministro do Trabalho Carlos Lupi o direito de arrecadar milhões em imposto sindical, por meio de decisões oficiais que reconheceram a CSPB como representante dos servidores públicos do país, dos três poderes e nos níveis federal, estadual e municipal, assegurando à entidade o direito de cobrar imposto sindical em todo o território nacional.

            Assim, a CSPB passou a exigir, nas esferas administrativa e judicial, à revelia dos servidores e das entidades sindicais, o recebimento do imposto sindical que os órgãos públicos não recolheram nos anos anteriores, apresentando as faturas e mencionando normas baixadas pelo Ministério do Trabalho e decisões judiciais que obrigam os servidores públicos a pagar o imposto, mesmo que não sejam filiados a sindicato. Uma lástima! 


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